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Oncologista alerta para cuidados com o câncer de mama e rotina de vida mais saudável

\"outubrorosa\"O outubro já é conhecido mundialmente como um mês marcado por ações relacionadas à prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. Mas por quê um mês dedicado especialmente ao tema? O câncer de mama é o segundo tipo mais comum de câncer entre as mulheres no mundo, correspondendo a cerca de 25% dos casos novos a cada ano. Somente no Brasil, esse percentual é de 29%.

Segundo a oncologista clínica Ana Olívia Oliveira de Camargo, credenciada do Plano de Saúde São Lucas, o câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais, formando o tumor.

\"Como possui origem multifatorial, o mais importante é o controle de fatores relacionados à doença, com adoção de hábitos saudáveis, como prática de atividade física, alimentação saudável, manutenção do peso corporal adequado\", aponta a especialista, que alerta ainda para o menor consumo de bebidas alcoólicas e hormônios sintéticos como anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal.

Outros fatores
Outro alerta da oncologista é para histórico familiar do câncer e a idade. \"A idade é um dos principais fatores de risco para a doença. Cerca de 4 em cada 5 casos ocorrem após os 50 anos. Outros fatores que aumentam o risco da doença são obesidade e sobrepeso após a menopausa\".

Apesar de raro, a doença também pode acometer homens, representando cerca de 1 % do total de casos do câncer de mama.

Detecção precoce
O câncer de mama pode ser percebido em fases iniciais, na maioria dos casos, por meio da identificação de nódulos nas mamas, geralmente indolores; pele avermelhada, retraída ou semelhante a casca de laranja; alterações no mamilo; pequenos nódulos na axila ou pescoço; ou saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

\"O paciente deve sempre ser investigado por um médico para que seja avaliado o risco de se tratar de câncer. É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que possível, sem técnica específica, para identificação precoce de pequenas alterações mamárias\", afirma Ana Olívia Oliveira.

A detecção precoce faz com que a doença seja tratada em fases iniciais, aumentando assim a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com taxa de sucesso satisfatória. Ana Olívia aponta ser indispensável a realização de \"mamografia de rastreamento, ofertada pelo Ministério da Saúde entre 50 e 69 anos, a cada 2 anos, e/ou diagnóstica, exame realizado diante de alterações suspeitas, podendo ser solicitado em qualquer idade, a critério médico\".

\"O tratamento depende da fase em que a doença se encontra e do tipo do tumor, sendo as doenças diagnosticadas em fases iniciais as que possuem maior potencial curativo\", finaliza a oncologista Ana Olívia.

 

\"onco\"